quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Aconteceu de Novo


Aconteceu de novo.

Amigos leitores o texto é longo, mas se você tem preguiça de ler, é um serio candidato a estatística e não a sobrevivente.

Mais uma vez a mãe natureza mostra sua força e deixa o homem de joelhos.

O homem tão unipotente e unipresente, senhor de tudo que contra a vontade do planeta e de todas as coisas usando sua arrogância como estandarte de imbecilidade acha que pode mudar e moldar a natureza a sua vontade e se sair impune desta blasfêmia.

Como das vezes anteriores, os sábios homens civilizados; sem a menor cerimônia, cava sua própria sepultura achando que esta domando ou moldando a natureza.

E maravilhoso morar de frente para o mar, ao pé de uma montanha è legal morar em um grande centro e ter uma arvore na calçada, nos sentimos parceiros da natureza, não é?

NÂO não é, a natureza não se molda ela se adapta e de repente toma de volta o que é dela, e neste processo leva inúmeras vidas humanas, vidas estas que não deveriam estar ali. As autoridades são as culpadas por parte destas mortes por se calarem ou fazerem vistas grossas a construção em mananciais, em encostas em baixios ao pé de montanhas a beira mar, em concretar as calçadas selando as arvores cheias de parasitas vegetais e achando bonito.

A outra parte da culpa é do homem que invariavelmente se acha no direito de tomar para si locais onde não dever-se-ia estar nunca, pois cedo ou tarde a natureza vai cobrar o preço e ela a natureza não é a culpada pois a vida segue um fluxo determinada pela vida e morte das espécies e neste meio ao cair de uma encosta onde as arvores morreram ou esta ficou instável, pela poluição ou pelos efeitos do homem ou mesmo pela necessidade da natureza de mudar, nos homens ditos civilizados pagamos o preço pela nossa soberba.

Eu pergunto por que ninguém mora na borda de um vulcão? Porque é perigoso certo! E porque moramos em outros locais de perigo iminente e achamos que esta tudo certo? O perigo não é algo que seja invisível ou difícil de especular nas piores analises. Basta ver ocorrências anteriores ou usar a imaginação. Ai vai se levantar uma mente sabia e dizer: "você é louco só fala merda".

Não sou eu que coloco minha vida em risco em mangues aterrados e baixios ao pé de montanhas e morros no litoral, não sou eu que moro em áreas de risco só porque a vista é linda e a valorização imobiliária é alta. Não moro em encostas e locais inapropriados.

E o discurso padrão que "nos não tempo escolha ou era o que dava ou tem muita gente que mora aqui e nunca nada aconteceu" ate o dia que acontece e leva a vida de muitas pessoas. Eu afirmo que tem jeito sim. Basta fazer valer o direito de cidadão e exigir do poder publico a solução destes problemas com a construção de moradias em locais adequados e de qualidade exercer um direito garantido pela constituição que o brasileiro de modo geral troca pelo carnaval e futebol com grande frequência.

Pelo aspecto da catástrofe eu tenho uma novidade assustadora "Deus não é Brasileiro" ele era judeu e nasceu no oriente médio, Esta baboseira de que ele é brasileiro e uma muleta para achar que nada acontece por aqui. Pois bem acontece e já acontece a muito tempo. Deus disse "Faça que eu te ajudarei" e não "relaxa que eu assumo daqui".

Fazer sua parte para se sair bem em situações de crise é o mínimo que você pode fazer para seu bem e de sua família. Eu pergunto Alguém dos atingidos nas chuvas do litoral norte desta semana ou da região serrana do rio, ou de Santa Catarina, ou da Amazônia, tinha ou já tinha ouvido falar em Bug Out Bag? Ou mochila de 72 horas? Quantos estavam aptos a tomar decisões de risco dentro de um padrão de treinamento mínimo? Eu tenho certeza que menos de 1% dos atingidos.

Nossas equipes de resposta rápida a emergências são ótimas, mas não podem estar em toda parte ao mesmo tempo. Cabe a nos estarmos apto a sobreviver e dar uma chance a nos mesmos de sermos resgatados ou de nos salvarmos.

Aqui já temos tornados, enchentes, terremotos e tempestades, o que mais será necessário para o brasileiro acordar e se conscientizar de que precisa se preparar?

Eu acho o cumulo sentar e esperar por socorro sem fazer nada para ao menos amenizar a dor e o sofrimento de uma tragédia, seja com uma roupa seca ou uma caneca de chocolate ou ate com uma palavra de conforto e esperança.

Agora o que é mais absurdo é perdermos vidas a todo o momento seja por catástrofes que poderiam ser evitadas; não as catástrofes, mas as perdas de vidas sejam pela insegurança publica ou pela mão do mal abençoada pelo estado com tudo para o marginal e nada para o cidadão, ou por tragédias, ou pelo descaso das autoridades ou pela conivência do homem. Isto sim doe.

Estejam preparados dias piores estão por vir.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Ser Civilizado ou ser Humano?


A sociedade humana moderna esta fadada a extinção. O que você duvida e me acha um louco? Vamos aos fatos:

De tempos em tempos a natureza se move e tira do topo da cadeia a espécie dominante que barra e limita o desenvolvimento das demais, foi assim com os dinossauros depois com os mamíferos dentes de sabre e ser assim com os homens. (pesquisem).

Não porque seja algo normal, mas é a forma da natureza frear a insanidade e o descontrole de seus seres. Nos humanos destruímos tudo o que colocamos as mãos, poluímos e jogamos merda na água que bebemos, poluíram os mares e reclamamos que não tem peixe, desmatamos as arvores para fazer papel para limpar a nossa merda e escrever em nossas impressoras e reclamamos do calor, poluímos o ar que respiramos e reclamamos da secura e da poluição, enfim somos os seres mais burros e insanos da terra.

Nos reclamamos de nossos políticos mas nos votamos neles, reclamamos da corrupção mas se for a nosso favor ficamos calados, reclamando de tudo mas não fazemos nada para mudar pois esperamos que alguém faça por nos mesmos. Isto me lembra daquele piada infame em que o sujeito vai ao medico para pedir mais tempo de vida e o medico pergunta se ele bebe, come gordura, vai a festas, dorme tarde, transa, fuma e trabalha para vier ou vive para trabalhar, e o cara responde que não, dai o medico pergunta a ele para que você quer viver mais????

O ser humano civilizado é capaz das ações mais extremadas dentre todos os seres vivos, pode matar milhões ou salvar milhões dependendo da pessoa ou do motivo. Nossa civilidade e nosso comodismo esta nos transformando em seres apáticos e conformistas, reflita comigo.....quando falta água, quando falta comida, quando precisa de roupas. O que você faz? Compra?

Você teria coragem de tomar banhos gelados? Dormir no chão? Comer algo que acha repulsivo; mesmos sem nunca ter provado? Fazer escolhas difíceis de verdade; como se salvar ou morrer tentando salvar alguém já condenado? s demais animais da natureza fazem estas escolhas todos os dias. Ai você ira dizer não sou um animal e sou civilizado....pois é mas nenhum animal destrói seu ambiente, suja a água que bebe ou destrói a natureza por lucro. Que será o civilizado?????

Uma dica para você que lé isto...aprenda a ser menos civilizado e mais humano, aprenda com os animais, seja capaz de viver com pouco ou o mínimo necessário, seja capaz de viver da natureza sem destruí-la, aprenda e se virar e acima de tudo aprenda tudo o que puder aprender, escreva tudo o que deve ser lembrado e guarde o que deve ser esquecido, aprenda que água, comida e roupas não nascem no supermercado ou no shopping e que se necessário você terá que tira-las da natureza.

Enfim ser um ser humano não é ser um idiota consumista e sem noção, escravo de marcas e estereótipos da sociedade e sim fazer parte da diversidade animal da terra e acima de tudo ter a consciência que a terra não é nossa, apenas estamos aqui agora, mas logo poderemos não estar.

Forte Abraço a todos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Salmo 48 - O Exército de Um Só Soldado.

Uma das grandes diversões do brasileiro – e de pessoas de muitos países ao redor do mundo – é o futebol. Um dos pontos positivos do futebol que o faz tão aceito em todo mundo é o fato de ser bem flexível: pode ser jogado tanto em um campo especialmente preparado, com dois times de onze jogadores vestidos com uniformes próprios para o jogo, como pode ser jogado no meio da rua por meninos descalços que chutam uma bola de meia para dentro de um espaço demarcado por dois chinelos velhos.

Eu mesmo já fui adepto desse esporte em uma versão intermediária entre o sofisticado e o rústico: o futebol em quadras disputado por times de garotos “com” e “sem” camisa. Certa vez, em um grupo de meninos que formavam oito times, joguei contra uma equipe que, em menos de dois minutos, vencia e tirava o adversário. Isso era chato, pois eu jogava dois minutos e tinha de esperar mais seis times jogarem. Alguns times eram vencidos em menos de um minuto. Isso aconteceu à noite toda, até que, formando um tipo de “seleção”, reunimos os melhores jogadores dos “times-de-fora” para conseguir vencer aquele oponente tão duro e normalizar as partidas. Somente um tipo de dream team conseguiu salvar nossa noite de diversão.

O escritor do Salmo 48 testemunhou algo parecido, mas não no campo esportivo e, sim, no militar. O contexto parece nos levar a Judá, com sua capital, Jerusalém, liberta de uma coligação militar entre nações agressoras. Ao que tudo indica, houve uma virada no cenário das batalhas, pela mão protetora do Senhor, e o exército estrangeiro teve de bater em retirada. O resultado é que os israelitas não apenas comemoraram o desfecho vantajoso, como olharam para Deus como o responsável pela bênção.

Diante de tal realidade, não haveria melhor modo de iniciar o salmo do que dizendo (v.1): “O Senhor é grande e digno de louvor na cidade do nosso Deus, seu monte santo” (gadôl yehwâ ûmehullal me’od be‘îr ’elohênû har-qadshô). A “cidade do nosso Deus” é o mesmo lugar citado no v.2 como “monte Sião” (har-tsiyyôn) e “cidade do grande rei” (qiryat melek rav). Trata-se de Jerusalém, capital de Israel no tempo do reino unido sob as lideranças de Davi e de Salomão e, também, capital de Judá (reino do Sul), quando Israel foi divido em dois reinos (931 a.C.). Tal cidade foi protegida pelo Senhor de um ataque estrangeiro. Por isso, o salmista associa Deus com uma cidadela, uma fortaleza no interior de uma cidade fortificada que servia de refúgio quando as muralhas eram invadidas (v.3): “Deus, nos palácios dela, se faz conhecer como um refúgio no alto da cidade” (’elohîm be’armenôteiha nôda‘ lemisgav).

O resultado da proteção de Deus pode ser visto entre os vv.4-8. Em primeiro lugar (v.4), “os reis se reuniram e juntos partiram” (hammelakîm nô‘adû ‘avrû yahdaw). Percebendo que não eram páreo para o Senhor, os exércitos agressores desistiram da campanha militar e retornaram às suas terras. A proteção de Deus à sua cidade e ao seu povo foi superior ao poderio militar da liga de nações que declarou guerra a Judá. E, segundo expressa o salmista, tal retirada não foi tranquila, mas se deu às pressas, de modo que percebemos, pelo texto, as nações em fuga (v.5): “Assim que elas viram a situação, se desconcertaram, ficaram aterrorizadas e fugiram apressadamente” (hemmâ ra’û ken tamahû nivhalû nehpazû).

O motivo da fuga desenfreada foi, em primeiro lugar (v.6), que “o tremor ali os tomou” (re‘adâ ’ahazatam sham) e, ainda, porque tiveram grandes prejuízos (v.7): “Com um vento oriental ele destroçou os navios de Társis” (berûah qadîm teshavver ’oniyyôt tarshîsh). Antes que haja má compreensão, deve ser dito que não houve uma batalha naval. Aqui, o salmista fala de forma figurada, utilizando a ideia do naufrágio de navios vindos de Társis com grandes somas monetárias, a fim de representar as perdas que teve a coligação militar que atacou Judá – Társis era um local distante no litoral do mar Mediterrâneo (Jn 1.3; Sl 72.10; Is 23.6), possivelmente na Espanha, que era fonte de grandes riquezas, dentre elas metais preciosos como ouro e prata (1Rs 10.22; Is 60.9). Assim, os inimigos foram derrotados e fugiram com grandes perdas. Quanto a Jerusalém, foi protegida de forma espetacular, visto que (v.8) “Deus a estabelece para sempre” (’elohîm yekôneneha ‘ad-‘ôlam).

Este é o contexto em que o salmo foi escrito: o medo dos moradores de Jerusalém, diante de um forte ataque estrangeiro, cede lugar à exultação devido à incrível libertação vinda do Senhor. É claro que não há como ficar indiferente diante de uma situação como essa. Por isso, vemos que a atuação de Deus na proteção do seu povo produziu três reações nos seus servos, reações estas que costumam – e devem mesmo – se repetir em situações parecidas.

A primeira reação é contemplar a fidelidade de Deus. O salmista declara ao Senhor (v.9): “Meditamos, ó Deus, sobre a tua fidelidade no interior do teu Templo” (dimmînû ’elohîm hasdeka beqerev hêkaleka). A demonstração da fidelidade do Senhor que, indubitavelmente, já era conhecida do salmista em termos conceituais, leva-o a uma ação que ele chama de “meditação”. Longe de ter qualquer nuança transcendental moderna, trata-se de um ato em um contexto cultual, já que há a menção ao interior do Templo, representando os sacrifícios e ofertas feitas a Deus nesse local. Assim, a reflexão sobre a fidelidade do Senhor para com seu povo deve levar seus servos à reverente contemplação do Senhor, que, por sua vez, deve conduzi-lo à adoração pública e ao desejo de um conhecimento amplo e de um relacionamento pessoal.

A segunda reação é louvar a Deus por sua justiça. Segundo o escritor do salmo (v.10), “o teu louvor vai até os confins da Terra” (tehillateka ‘al-qatswê-’erets). Isso não acontece sem motivo. A razão para tanto é que, agindo Deus, “a tua mão direita é plena de justiça” (tsedeq mol’â yemîneka). Ao dizer “mão direita”, o escritor se refere não a um órgão anatômico, mas à atuação de Deus. O que ele quer dizer, de fato, é que tudo que o Senhor faz é justo e isso se dá por todo o mundo. A consequência natural é a constatação do louvor motivado pela justiça divina por parte dos seus beneficiários (v.11): “O monte Sião se alegra; as filhas de Judá rejubilam por causa das tuas justas decisões” (yismah har-tsiyyôn tagelenâ benôt yehûdâ lema‘an mishpateika).

E a terceira reação, por parte dos servos de Deus, é dar testemunho da grandeza de Deus. O salmista, então, convida os moradores de Jerusalém para fazer uma revista na cidade. Ele diz (v.12): “Rodeiem Sião” (sobû tsiyyôn). A razão é fazer um tipo de inventário (vv.12,13): “Contem as suas torres; prestem atenção na sua muralha; examinem o seu refúgio no alto da cidade” (sifrû migdaleiha shîtû livvekem lehêlâ passegû ’armenôteiha). Como não se sabe exatamente a época da composição do salmo, também é impossível saber as condições das fortificações de Jerusalém. Assim, dentre duas possibilidades, o salmista quer que tal inventário seja feito ou para notar o modo pelo qual o Senhor fortificou a cidade para protegê-la, ou para que se note que, apesar de fracas instalações, a libertação aconteceu – sem dúvida – pelas mãos do Senhor. A intenção é bem definida (vv.13,14): “A fim de relatar à geração seguinte que este é Deus, o nosso Deus eterno” (lema‘an tesafferû ledôr ’aharôn kî zeh ’elohîm ’elohênû ‘ôlam).

O Senhor protegeu Israel e o livrou de exércitos poderosos. Não é sem razão que é chamado, no v.8, de “Senhor dos exércitos” (yehwâ tseva’ôt). Entretanto, diferente da liga militar formada para combater Judá, com seus numerosos regimentos, o Senhor forma um exército de um só soldado que, contudo, prevalece contra tudo e contra todos. Ninguém tem mais motivos que seus servos para se alegrar e render a ele culto. O Senhor Todo-poderoso, em quem confiam seus servos, é um dream team de uma pessoa só. Louvemos e anunciemos pelo mundo o seu santo nome!
 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Votar como forma de protesto


Então, isto é um perigo sabia...pois o brasileiro de modo geral não sabe votar e se conclamado a protestar vai fazer a mesma merda que fez em 2010, 20 milhões de votos nulos, mais 4 mi de votos brancos e outros 4 de abstenções dai a Sra. Vence de novo por causa da ignorância do povo.
Se soubessem votar eles votariam em alguém de outro partido e não deixariam de votar cerca de 28 milhões de eleitores uma vez que ela venceu com cerca de 43 milhões e o segundo ficou com 34 milhões (números arredondados), para protestar tem que saber votar e não bancar o retardado com raivinha e não votar sem sabe que se não votar elege ela de novo.
Sim a COPA é uma merda mas tem merda maior como o próprio governo e as suas prevaricações com relação a Saude, Educação, Transporte, Corrupção e Segurança. 
Vamos ter uma chance de mudar agora, então proponho que comecemos uma campanha para educar o eleitor a votar seja em quem for mas votar certo e consciente. Ver em quem vota, quem ele leva jinto na legenda, quem ele representa, o que ele representa e quem é ele, ai sim vamos protestar com razão e força.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A quem interessa a violência?

Antes de responder a pergunta vamos pensar um pouco. Para uma situação não mudar e preciso que ela seja favorável a alguém ou a um grupo correto? ou estou errado? vamos ver então.

Se o seu time esta perdendo o que é preciso para ele ganhar? que o grupo queria ganhar. Se a passagem de ônibus vai subir o que é o que é preciso para ela não mudar? que os donos de empresas e a prefeitura voltem atrás ou um grupo de pessoas protestem correto? Se voce esta a fim de sair de casa e resolve não sair o que mudou? ou você não quiz mais ou algo melhor apareceu ou seja as pessoas ou grupo resolveram mudar.

Agora eu pergunto existe a possibilidade de que a população toda peça por mais segurança e nada mude? PODE aqui no Brasil pode. dai eu repondo a pergunta inicial A quem interessa a violência?

Infelizmente ela se encaixa nos planos de médio e longo prazo dos nossos governantes. Explico. Parece uma daquelas alienações hollywoodianas mas não é e se voce que le isto parar para pensar verá que existe algo de estranho de verdade.
 
1 - Passo: Fingir que se preocupa com a segurança do povo e implantar mesmo contra a vontade popular da maioria (isto se chama democracia) o maldito Estatuto do Desarmamento.

2 - Passo: Infiltrar pessoas de confiança; mesmo sem a mínima capacitação profissional, nos mais altos cargos da segurança publica e dos escalões do governo.

3 - Passo: Manipular o jogo político de acordo com sua vontade e necessidades, mesmo a custas de peões do jogo e co muita distribuição de verbas, aproveitando a ganância e a imbecilidade do político brasileiro.

4 - Passo: Manipular a mídia e as informações. Apoiar e produzir apenas conteúdo que atenda as necessidades de imbecilização e idiotização do povo. Novelas, BBB. etc.

5 - Passo: Manipular e distorcer de forma visível e direta, as situações e ocasiões para que antes e depois de cada fato de interesse pessoal exista uma distração de peso para tirar o foco das atenções sobre o que o povo fez consciente ou inconscientemente evitando que ele se arrependa. Aumento de impostos x carnaval - Eleições COPA do mundo - votações de leis de interesse pessoal x campeonatos de futebol e festas populares.

6 - Passo: Montar e infiltrar manifestantes baderneiros e mascarados em manifestações populares legítima para distorcer e destruir os reais motivos e finalidades das mesmas.

7 - Passo: Controlar o povo por meio do medo e da intimidação generalizada de pessoas e grupos que controlem a insegurança de modo geral, causando o medo e o controle de idas e vindas do povo como fazia a KGB ou a Stasi nas extintas União Soviética e Alemanha Oriental.

 8  Passo: Impossibilitar que os órgãos de segurança publica; que eles não dominam, de trabalhar e atuar de forma forte e direta, limitando condições e necessidades destas, ou limitando por força de leis a repressão do crime, impedindo a mudança do código penal e do ECA de forma a manter tudo como esta com a desculpa de novamente estar agindo em favor da segurança do povo e dos direitos humanos.

9 - Passo: Apoiar aos amigos e partidários, intimidar repórteres e manipular a legislação por meio da utilização da maquina publica em favor destes. proteger a qualquer custo por meios escusos sejam eles de calunia, medo, difamação e perseguição ou escutas ilegais não explicadas.

10 - Passo: Criar meios de prender o povo aos ideais deste grupo. Seja por que meios forem, promovendo o assistencialismo e a dependência de forma a forçar do povo mais miserável e necessitado a uma coleira invisível do novo coronelismo disfarçado de boas ações. 4 milhões de desempregados e 20 milhões de benéficos.

11 - Passo: Ajudar e apoiar regimes falidos com dinheiro publico; extremamente necessário aqui, presenteando com aviões, armas, influencia e obras, visando angarear aliados para situações de guerra ou necessidade política digamos assim, aliados sanguinários e comunistas convictos.

12 - Passo: Criar um dissimulador social onde se chama as pessoas de uma determinada cor, classe social e de poder aquisitivo melhor de "elite" sendo que este mesmo grupo criou esta 'elite" com o incentivo as compras e ao consumismo, porem não sendo idiota ao ponto de chamar de elite os grupos financeiros, bancos, banqueiros, empresários e amigos contribuintes de campanha. Criando assim uma situação onde o trabalhador é o discriminado; seja ele de que grupo étnico for, gerando um conceito porem sem focar um alvo, ainda criando grupos de arruaceiros que promovem a intriga racial do proletariado suburbano e as elites do subúrbio, as vezes fazendo jovens calçados de Nike a protestarem contra seus país que deram o tênis que ele usa.

13 - Passo: Manter de formar inviolável o voto obrigatório, e os votos de legenda, impedindo o povo de escolher o que quer fazer e e quem quer votar.

14 - Passo: Desviar verbas de serviços de primeira necessidade para obras e serviços que vão dar retorno ao grupo, fortalecendo assim suas bases financeiras e aos aliados, desviando verbas; pior que as vezes de forma legal, não certa mas legal, da segurança, saúde, educação e transporte. Não temos verbas para a segurança mas na COPA serão gastos 51 milhões na segurança dos visitantes e depois tudo volta a rotina não ao normal.

15 - Passo: Manipular a informação dos ditos institutos de pesquisa, favorecendo sempre aos amigos e aliados políticos, em detrimento da vontade popular, pois o povo vota em que esta na frente para não perder o voto e não nas suas próprias ideias e ideais.

16 - Passo: Manter o povo controlado, distribuindo migalhas para os mais informados e pases aos que são mais valorizados, dando a impressão de atendimento as necessidades de cada grupo.

 
E por ai vão as ações que ate hoje são feitas e implantadas no nosso pais e o povo ainda duvida de tudo. Tenho certeza que os que vão ler este texto tem mais a acrescentar aqui.....

Acorda Brasil reflitam e sejam verdadeiros nas eleições. para que não seja necessário rezar por mudanças radicais e sim por mudanças radiantes.

A quem interessa a violência?
A você que lê isto?
A mim?
A quem?